quinta-feira, 11 de abril de 2013

Movimento 180º - Nas escolas



Gostaria de aproveitar o espaço do Ensino Social para divulgar o trabalho do meu amigo Gustavo está realizando para auxiliar pessoas carentes, buscando resgatá-las das drogas. Alguns preferem criticar e outros agir! Parabéns Gu e Carol pelo lindo trabalho.

Quem quiser saber mais acesse o blog do projeto Movimento 180: Nas escolas ou a página do Facebook deles

Por um país mais justo para todos os brasileiros!

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Gestão de Projetos no Ensino

Parece algo estranho falarmos de um assunto tão "empresarial" como o Gerenciamento de Projetos relacionando com o ensino. 

Mas se pensarmos que todos os cursos tem um objetivo - transferir determinado conteúdo para seus alunos - em um prazo definido (período de 1 ano) - dessa forma, teremos os requisitos básicos necessários para gerir isso como um projeto.

Esse conceito não é novo, porém, não vejo nenhuma escola pública (talvez nem privada) que aplique esse tipo de gestão de maneira eficaz no Brasil, atualmente. O processo para a realização do gerenciamento de projetos requer algumas competências e atividades, que na maior parte das instituições não são buscadas, identificadas ou encontradas em seus colaboradores. Algumas vezes os administradores dessas escolas acreditam que o esforço para a implantação das práticas de gestão são "pesados" demais para serem implantados e que estes não trarão benefícios significativos, em outras palavras, o custo/benefício parece ser ruim para eles.

Ainda assim, existem diversas práticas já realizadas pelas escolas que são comuns ao Gerenciamento de Projetos - seja através da gestão dos recursos (pessoas, salas, materiais escolares, eventos, etc.), ou pela busca por resultados e melhorias dos cursos através de atualização e reciclagem dos conteúdos didáticos, etc. Se analisarmos com calma veremos várias similaridades e pontos que já tem se beneficiado dessas metodologias. Porém, há muito mais a ser feito.

Um conceito muito utilizado na Gestão de Projetos de Tecnologia que julgo ser de grande utilidade para a gestão escolar é a metodologia ágil denominada Scrum.

Diversos pontos positivos do Scrum poderiam ser aplicados à gestão dos processos envolvidos nas instituições de ensino, tais como:


  • Sprint - é a unidade básica de desenvolvimento em Scrum. Sprints tendem a durar entre uma semana e um mês. São um esforço dentro de um período de comprimento constante;
  • Equipe (Team) - um grupo multifuncional com cerca de 7 pessoas e que fazem a análise, planejamento, implementação, avaliação, entre outros. Agrupando os alunos com diferentes habilidades e as vezes até com graus de aprendizado diferentes produzirá um melhor aproveitamento de toda a classe (e evita a formação das panelinhas dos Nerds);
  • ScrumMaster - pessoa responsável por mantém os processos - algo como um gerente de projeto. Neste caso pode ser o professor ou algum aluno escolhido pela classe, ou pelo grupo;
  • Proprietário do Produto (Product Owner) -representa os stakeholders e o negócio. No caso do ensino serão os pais e os responsáveis pela direção da escola;
A idéia de aplicar Scrum no dia a dia das escolas não é uma idéia nova e já existe até um grupo nos Estados Unidos que faz esse trabalho, Scrum in schools.

Acredito que a aplicação dessa metodologia nas escolas brasileiras produzirá muitos bons frutos e os resultados serão logo percebidos por todos.

Gostou da idéia? Tem alguma dúvida? Questione nos comentários ou envie um email! 

terça-feira, 2 de abril de 2013

Evento: Transformar 2013 chega a São Paulo

No próximo dia 4 de abril acontece na cidade de São Paulo o evento Transformar 2013, que tem por objetivo discutir e apresentar idéias sobre o tema experiências inovadoras para a educação.

A educação transforma o mundo. E a inovação transforma a educação. Este é o lema do evento que trará nomes consagrados no mundo educacional e tecnológico, tais como Anant Agarwal, professor do Massachussets Institute of  Tecnology e presidente do edX, plataforma web criada em Harvard, junto ao MIT, oferece cursos simultaneamente para diversos países. José Ferreira, representante do Knewton, maior empresa de ensino adaptativo do mundo, com mais de 1 milhão de alunos utilizando sua plataforma revolucionária de aprendizagem. E ainda Diane Tavenner, da Summit Schools (California) é uma rede de escolas que mescla educação baseada em projetos.

O evento acontecerá no Hotel Maksoud Plaza, na Alameda Campinas 150, São Paulo.
Uma ótima notícia é que todas as atividades terão também transmissão ao vivo pelo Youtube.

Quer ficar atualizado sobre as últimas notícias do evento? Acompanhe pelo twitter @fundacaolemann



terça-feira, 12 de março de 2013

Video Pra Pensar



Esse documentário retrata muito bem a realidade do ensino público em nosso país. 
Vale muito a pena assistir e refletir.

segunda-feira, 4 de março de 2013

Avaliações

"A escola tem focado sobremaneira as avaliações de tal forma que, tem resultado numa descontextualização do processo educativo. Uma das grandes conseqüências é a de que os alunos absorvem esse enfoque e passam a reproduzi-lo: “estudando apenas para a avaliação” na busca de uma nota ou conceito de aprovação. Neste caminho a preocupação é centrada no produto final a revelia da própria aprendizagem, especificamente a significativa. Assim, deixa a avaliação de ser um instrumento de tomada de consciência do aluno por sua aprendizagem e de um instrumento de melhoria do ensino (auto-avaliação) do professor." (Balieiro, Almir – 2003)
O trecho acima foi extraído de um trabalho de pós-graduação realizado na Academia de Polícia Militar em Mato Grosso, e deixa muito clara a idéia que eu gostaria de discorrer aqui: a supervalorização da "avaliação" dentre todos os elementos existentes no processo educacional.

Atualmente, vejo uma inversão no princípio básico deste processo, uma vez que o fim tem se descaraterizado e ficado em último plano - a ferramenta que deveria servir para aprimorá-lo, virou uma ameaça ao sistema como um todo.

A sociedade moderna vende a idéia de que o importante é o aluno ter "boas notas". Isso já vem a muitas décadas como um jargão comum entre os pais e até educadores. Só de olharmos as propagandas dos colégios particulares fica claro esse enfoque: melhores notas no vestibular X, milhares de alunos com conceito A no exame Y.


Qual pai não quer que se eu filho entre em uma universidade pública? E quem não gosta de ver o boletim de seus pequenos todos azuis no final de cada mês? Mas o que realmente isso significa? Sucesso em suas carreiras? Talvez nossas expectativas estejam direcionadas de maneira incorreta e que muitas vezes não serão o reflexo do sucesso ou insucesso de nossos filhos. Afinal, só porque um aluno tem boas notas, significa que ele aprendeu mais do que os outros? Ou pelo contrário, se tem más notas, será que não conseguirá galgar os degraus necessários para a sua realização profissional ou pessoal? Qual é o objetivo de tudo isso?


As avaliações deveriam nos trazer os resultados dos cursos e não dos alunos. Deveriam avaliar o processo e não qualificar ou desqualificar os estudantes. Quem pode dizer que os alunos que tiraram notas abaixo da média são os responsáveis por não absorverem o conteúdo de uma matéria?

Faço um desafio as escolas nacionais para que as mesmas avaliem seus cursos antes de tentarem avaliar os alunos. Seria muito mais prático, menos custoso, com resultados mais precisos e mais úteis. Pois, se tenho 12 cursos em minha grade e 40 alunos por sala, seria muito mais prático avaliar estes cursos ao invés de querem tentar avaliar a complexidade dezenas de seres humanos, cada um deles dotado de características específicas de aprendizado e compreensão, com fatores externos dos mais variados que irão influenciar muito no resultado dos testes. Enfim, é um universo tão rico de variáveis e possibilidades que até mesmo para se desenvolver um super sistema capaz de quantificar e qualificar todos estes pontos seria tão demorado e caro que não valeria a pena - e por mais incrível que pareça, tentamos fazer isso diversas vezes durante o ano letivo sem nos darmos conta da loucura que isso representa.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

TED Ed = Tecnologia + Ensino + Arte

Nada melhor do que unir tecnologia, arte e ensino de uma forma muito eficaz e bela. O TED por si só já é algo que me deixa fascinado, porém, hoje descobri o TED Ed, uma vertente voltada a temas escolares que se utiliza de animações criadas por artistas incríveis. Vale muito a pena assistir os vídeos, mesmo não tendo ainda a tradução para o português. Segue o link: http://ed.ted.com/

Segue um exemplo do que você encontrará-la:


quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Educação Física e Artística

A muito tempo nossa rede pública de ensino tem empregado as disciplinas de Educação Física e Educação Artística em sua grade curricular.

Porém, não dimensionamos de forma clara quais suas reais aplicações e seus efeitos sobre o processo de aprendizagem.

Ambas tem papel fundamental no desenvolvimento físico e psicológico dos alunos e devem ser explorados em seu total potencial. Quero discutir pontos importantes a serem observados em cada um delas.

Educação Física

Em meus tempos de escola sempre relacionei essa disciplina com a prática do futebol e do vôlei, algumas raras vezes handebol e queimada. Quando meus professores pediam para fazermos algo diferente disso, geralmente, apareciam certas resistências, descontentamentos e estranhezas por parte dos alunos. O fato é que nunca ficou claro para os alunos que essa matéria deveria ser para aprendermos a trabalhar nosso físico de maneira saudável e através de atividades físicas diversas. Acredito que o uso da Educação Física foi e ainda é subutilizado pelas escolas, tanto públicas quanto privadas em nosso país. Ela deve ser muito melhor trabalhada em seus conteúdos e até mesmo as Faculdades de Educação Física devem repensar aquilo que é passado para nossos futuros educadores.

Hoje, essas Faculdades preparam nossos jovens para serem personal trainers, professores de academia de musculação, e para repetirem os mesmos procedimentos que vimos nas últimas décadas. Apesar de tanto se falar em vida saudável ainda estamos longe de termos nossas escolas preparando pessoas que gostam de praticar exercícios em seu dia a dia e com hábitos saudáveis.

Espero ver o dia em que utilizaremos essa disciplina efetivamente como um alicerce para o desenvolvimento físico e motor de nossos alunos, auxiliando em todo o processo de aprendizagem e permitindo inserir o real valor da prática de exercícios físicos na vida das pessoas.

Educação Artística

Muitos imaginam que essa matéria só tem algum valor na pré-escola, estimulando nossos pequenos a exercitar sua criatividade, explorando as cores, formas, etc. através de um mundo lúdico e divertido. Mas porque não aproveitar tudo isso a qualquer momento? Porque desvalorizamos o poder da arte como disciplina. Porque tratar apenas assuntos de história da arte em cursos mais avançados de Educação Artística? Queremos formar críticos de arte? Colecionadores de quadros? Acho importante ensinar sobre os artistas, suas obras, suas técnicas, porém, julgo muito mais valoroso o valor da arte como expressão individual do ser humano. Porque desprezamos o valor psicológico da expressão artística, seu poder relaxante; e não falo apenas de pintura, mas de música, dança, fotografia, cinema, teatro, etc. É tanto conteúdo que fica difícil até decidir por onde começar, poderíamos criar temas a serem trabalhados horas à fio.

Quero deixar claro que o uso da Arte em nossas escolas é de fundamental importância, trazendo uma experimentações aos alunos que nenhuma outra disciplina pode suprir. Professores: não deixem de usar ao máximo o seu amor as artes para gerar assuntos muito interessantes aos alunos. Não tratem todos da mesma maneira, afinal, como sempre defendo aqui, cada pessoa enxerga e aprende de forma diferente, o que pode ser legal para uns, para outros é um tédio. Pensem nisso!

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Método: Escola-empresa ou Empresa-escola



Esses dias, matutando sobre alguma metodologia que pudesse suplantar as atuais e desgastadas técnicas utilizadas nas escolas brasileiras, me veio uma idéia um tanto quanto incomum, porém, com um embasamento muito claro e fundamentado.

A idéia se deu a partir de diversas experiências, tanto no ramo profissional quanto no escolar, geralmente em projetos específicos, utilizando o trabalho em grupo para solucionar determinado problema e se espera uma solução, um produto.

Eu sempre gostei dessa forma de trabalho, pois realmente introduzia um senso de utilidade naquilo que eu estava realmente produzindo. Nunca consegui entender claramente o valor das notas dadas pelas avaliações.  No dia a dia das empresas temos que trabalhar em grupo para produzir determinado resultado, todo projeto funciona assim; unindo múltiplas disciplinas como comunicação, marketing, finanças, tecnologia e design. Porque em nossas escolas deve ser diferente?

Para minha surpresa, um dia depois de eu ter pensado nessa idéia descobri mais uma fonte de inspiração e praticamente o trabalho compilado de minhas idéias, afinal, existem muitos pensadores, cientistas, etc. neste momento trabalhando duro para resolver os mesmos problemas que passam em minha cabeça. E neste caso eu descobri o professor do Centro de Tecnologia e Empreendedorismo na Universidade de Harvard, Tony Wagner, escritor do livro Creating Innovators: The Making of Young People Who Will Change The World (ainda sem tradução para o português). Através de uma palestra, disponível no site da Microsoft pude conhecer um pouco suas idéias, vale a pena assistir até o fim. As idéias que ele apresentou e a mudança que ele citou enquadra perfeitamente com o propósito deste site.

Voltando à questão original: como inovar o processo educacional? Como renovar a metodologia, a forma como as coisas são feitas em nossas escolas?

A minha sugestão seria criar uma espécie de Escola-empresa ou Empresa-escola, onde os alunos devessem trabalhar em projetos fundamentados, com finalidades específicas, ou seja, com propósito. Desde o momento em que o jovem entrasse na escola ele seria tratado como se fosse parte de uma companhia, tendo responsabilidades individuais e também em grupo, com sua equipe de trabalho, que o acompanharia por muito tempo.

Eu sei que isso não parece algo tão inovador, pois com certeza você já ouviu falar em empresa + escola. Porém, onde há alguma escola que se utiliza realmente de uma estrutura empresarial, produzindo como uma empresa, seja produtos, serviços ou apenas idéias? Onde os alunos estejam envolvidos num propósito multidisciplinar para resolver determinado problema?

Os pontos a serem trabalhados dentro dessa didática devem ser discutidos profundamente e com muita cautela, pois não sou especialista nisso, e é fundamental que não se construa uma estrutura que vise promover alguns e descriminar outros, como se da em muitas empresas hoje em dia (e em nossa sociedade, que diminui o valor de certos cargos em detrimentos a outros). O fundamento deve ser totalmente o oposto disso. A idéia é de trabalhar o espírito inovador e a paixão pelo que se está fazendo, além de promover uma situação que ao mesmo tempo é lúdica, permitindo aos envolvidos brincarem com o ambiente a sua volta, atuando - como atores mesmo - e se envolvendo de maneira completa nessa experiência.

Infelizmente, todo o sistema educacional hoje, bem como nossa sociedade, preza pelos resultados, pelas notas de nossos alunos. Mas não pára pra pensar no final da cadeia: o aluno formado e o mundo que o aguarda. Será que estamos preparando nossos jovens para o futuro?

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Lição de Casa



Pensando um pouco a respeito de como gerar bons pensadores, críticos de verdade, vejo que tudo já foi falado: boa base familiar em parceria de bons educadores. Os passos dos vencedores são construídos na segurança de um lar fraternal e disciplinado.

Óbvio que existem exceções, afinal de contas estamos falando do ser humano, uma espécie tão especial que consegue se adaptar a qualquer ambiente do planeta e que consegue superar suas próprias limitações para seguir sobrevivendo e algumas vezes se tornar um vencedor por excelência.

Mesmo assim, na grande maioria dos casos se faz necessária a presença de pais presentes e atentos, que sabem dizer não e sim nos momentos certos. Que saibam valorizar os acertos e que estejam dispostos a trabalhar os erros com seus filhos.

Estamos em um mundo que cada dia mais se distancia dos valores morais e éticos para se preocupar com valores econômicos. Posso ver claramente as palavras de Charles Chaplin estampadas em nossa sociedade:

"A cobiça envenenou a alma do homem, levantou no mundo as muralhas do ódio e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que máquinas, precisamos de humanidade."

Qual é o real valor de uma pessoa? No que devemos focar nossos esforços ao educar uma criança? Será que é na premissa de que ele seja bem sucedido como um empresário, um ícone do esporte ou da música? Seria utopia tentar apenas educar nossas crianças a serem apenas bons seres humanos. Afinal de contas, o que define o sucesso de alguém? Quanto dinheiro essa pessoa consegue acumular? Quantos bens ela possui?

Sei que o conforto e as regalias que o dinheiro nos dá fazem muita gente pensar que estas são as coisas mais importantes na vida. A felicidade não será encontrada no pote de ouro no final do arco-íris, mas na caminhada que leva até ele, valorizando cada conquista e desafio enfrentado durante o percurso.

Comecei este texto com a idéia de falar efetivamente sobre lições de casa... sim, essas que os professores nos solicitam, as quais muitas vezes não fazemos. Todavia, vejo que a lição para casa hoje é outra. Aprender o verdadeiro sentido dos atos que realizamos - será que eles são condizentes com aquilo que a gente prega e acredita? Sei que talvez toda essa reflexão seja profunda demais para um tema tão casual, corriqueiro, mas as vezes temos que ir no fundo de questões mais existenciais para achar subsídios para motivar nossos filhos e alunos.

Hoje, se for ajudar seu filho em sua lição de casa, entenda verdadeiramente seu papel, sua função: como auxiliador, como responsável. Participe efetivamente, como autoridade, com postura. Não faça a lição de seu filho, ao invés ajude ele a fazer. Se fizer a lição dele estará ensinando tudo o que ele não deve aprender:

  1. estará mostrando a ele que você não acredita em sua capacidade de fazer o trabalho; 
  2. que ele sempre poderá deixar as responsabilidades para outra pessoa; 
  3. diminuirá o real valor do entendimento, do esforço e consequentemente, do prazer da realização de suas tarefas.
Enfim, mesmo em meio às dificuldades e correrias da vida moderna encontre um tempo para participar da vida escolar de seus filhos, pois assim você poderá viver e sentir novamente os prazeres e desprazeres dos bons tempos de escola e ainda fará toda a diferença para o amadurecimento emocional e intelectual de seus pequenos! Afinal, quantos não gostariam de ter tido essa oportunidade?